
“Your Office Anywhere” - Passava bem por um slogan publicitário de uma qualquer operadora de telecomunicações ou marca de telemóveis de última geração. Na realidade, o que se pretende vender hoje em dia é mobilidade, comunicação em tempo real e eficiência no trabalho.
Nos EUA, um estudo realizado em 2009 pela RingCentral junto de chefias de PME, concluiu que apenas 15% dos colaboradores trabalham num único local; estima-se que durante o ano de 2010 praticamente dois terços (67%) das PME estão a pensar contratar mais empregados e destes, cerca de 57% passariam a trabalhar remotamente.
Outra conclusão relevante: quando estão a trabalhar fora do escritório, a receber ou a fazer chamadas telefónicas a clientes, 80% dos profissionais quer dar a entender que se encontra no próprio escritório. Trata-se de um preconceito imposto pela cultura empresarial, mas não deixa de ser curioso que em países como os Estados Unidos esta questão ainda seja tão valorizada.
A necessidade de dar a entender que estamos a trabalhar no escritório da empresa (e não no escritório de casa) é uma preocupação de muitos profissionais, mas rapidamente deixa de ser relevante após o primeiro contacto, quando, de forma natural, passamos a valorizar o software (o que o outro faz) em vez do hardware (aonde é que o faz). Por outras palavras: o que interessa é o que fazemos e não onde fazemos.
A implementação de modelos de teletrabalho não tem sido fácil no nosso país, sendo praticamente um exclusivo dos profissionais liberais e dos freelancers. As chefias sentem uma grande necessidade de controlar o trabalho dos seus colaboradores dentro de portas, esquecendo-se que actualmente a tecnologia já dispõe de ferramentas que facilitam a interacção entre equipas de trabalho dispersas geograficamente. Experiências realizadas demonstram que o teletrabalho, quando bem implementado e combinado com estratégias para evitar o isolamento social dos profissionais, como a utilização de soluções de Escritório Virtual e CoWorking, aumenta os seus níveis de produtividade e de motivação, proporcionando um maior equilíbrio entre a vida familiar e profissional e evitando desperdícios de tempo com deslocações entre casa e trabalho. “And… the last, but not the Least” há ganhos financeiros e ambientais para as empresas.
Muitas empresas a operar em Portugal, como a Microsoft e a Jones Lang Lasalle, já perceberam as vantagens destes novos modelos de funcionamento, e muitas passaram a adoptá-los nos próximos tempos, quer por via da implementação de normas de responsabilidade social, quer por necessidade de redução de custos pondo em prática a famosa expressão – “juntar o útil ao agradável”.
Nos EUA, um estudo realizado em 2009 pela RingCentral junto de chefias de PME, concluiu que apenas 15% dos colaboradores trabalham num único local; estima-se que durante o ano de 2010 praticamente dois terços (67%) das PME estão a pensar contratar mais empregados e destes, cerca de 57% passariam a trabalhar remotamente.
Outra conclusão relevante: quando estão a trabalhar fora do escritório, a receber ou a fazer chamadas telefónicas a clientes, 80% dos profissionais quer dar a entender que se encontra no próprio escritório. Trata-se de um preconceito imposto pela cultura empresarial, mas não deixa de ser curioso que em países como os Estados Unidos esta questão ainda seja tão valorizada.
A necessidade de dar a entender que estamos a trabalhar no escritório da empresa (e não no escritório de casa) é uma preocupação de muitos profissionais, mas rapidamente deixa de ser relevante após o primeiro contacto, quando, de forma natural, passamos a valorizar o software (o que o outro faz) em vez do hardware (aonde é que o faz). Por outras palavras: o que interessa é o que fazemos e não onde fazemos.
A implementação de modelos de teletrabalho não tem sido fácil no nosso país, sendo praticamente um exclusivo dos profissionais liberais e dos freelancers. As chefias sentem uma grande necessidade de controlar o trabalho dos seus colaboradores dentro de portas, esquecendo-se que actualmente a tecnologia já dispõe de ferramentas que facilitam a interacção entre equipas de trabalho dispersas geograficamente. Experiências realizadas demonstram que o teletrabalho, quando bem implementado e combinado com estratégias para evitar o isolamento social dos profissionais, como a utilização de soluções de Escritório Virtual e CoWorking, aumenta os seus níveis de produtividade e de motivação, proporcionando um maior equilíbrio entre a vida familiar e profissional e evitando desperdícios de tempo com deslocações entre casa e trabalho. “And… the last, but not the Least” há ganhos financeiros e ambientais para as empresas.
Muitas empresas a operar em Portugal, como a Microsoft e a Jones Lang Lasalle, já perceberam as vantagens destes novos modelos de funcionamento, e muitas passaram a adoptá-los nos próximos tempos, quer por via da implementação de normas de responsabilidade social, quer por necessidade de redução de custos pondo em prática a famosa expressão – “juntar o útil ao agradável”.


1 comentários:
Olá, em breve abriremos mais um coworking no Rio!
É a nova era da colaboração se firmando!
Visite o nosso blog e Participe da Pesquisa!!
Ou indique alguém para fazer parte da equipe!
http://meucowork.wordpress.com/
Saudações compartilhadas!
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